{"id":5,"date":"2020-01-01T21:07:00","date_gmt":"2020-01-01T21:07:00","guid":{"rendered":"https:\/\/2040.pt\/?p=5"},"modified":"2023-02-05T11:20:36","modified_gmt":"2023-02-05T11:20:36","slug":"01-janeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/2040.pt\/index.php\/2020\/01\/01\/01-janeiro\/","title":{"rendered":"01 janeiro"},"content":{"rendered":"\r\n<p>\u00a0\u201cFeliz ano novo\u201d, \u201cAno novo, vida nova\u201d, s\u00e3o as frases mais ouvidas ou lidas a cada in\u00edcio de ano, em todas as l\u00ednguas oficiais existentes, sejam faladas ou gestuais e nas que, n\u00e3o sendo oficiais, resistem com um n\u00famero de falantes residual. 203 pa\u00edses celebram a mudan\u00e7a de ano com feriado, sendo por isso o mais comum e eu, apesar de nunca ficar muito efusivo neste dia, n\u00e3o fico alheio \u00e0s festividades. Nunca cheguei ao ponto de me ir deitar mais cedo, como se de um dia normal se tratasse, tal como o meu pai fazia.\u00a0<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Este ano optei por celebrar em casa, telecomunicar com os amigos e fam\u00edlia, alguns que est\u00e3o bem longe, nos seus p\u00e9riplos pelo mundo, em lugares onde ainda \u00e9 poss\u00edvel ser livre do controlo das entidades oficiais e da sociedade, apesar do dia a dia nem sempre ser o mais confort\u00e1vel ou seguro, mas sentem o gosto e t\u00eam o prazer de disfrutar de uma maior liberdade de a\u00e7\u00e3o e de nem tudo ser t\u00e3o r\u00edgido e previs\u00edvel.\u00a0<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Os festejos por todo o mundo n\u00e3o foram muito diferentes do que \u00e9 habitual. J\u00e1 l\u00e1 vai o tempo em que o fogo de artificio fazia a diferen\u00e7a e at\u00e9 a nossa ilha da Madeira era conhecida pela quantidade de fogo que fazia estoirar pelos ares. Poucos s\u00edtios continuam a faz\u00ea-lo, porque h\u00e1 muito que deixou de ser uma novidade e porque as licen\u00e7as ambientais s\u00e3o muito restritivas. Quando converso com os mais novos sobre isso, mando-os pesquisar nos arquivos digitais, como em quase todos os assuntos que remontam ao tempo em que mundo era mais anal\u00f3gico ou o digital dava os primeiros passos. Aqui por Arruda, este dia da passagem de ano foi igual a tantos outros e ser\u00e1 caso para dizer que foi cumprida a tradi\u00e7\u00e3o de n\u00e3o se fazerem quaisquer festejos p\u00fablicos ou comunit\u00e1rios.\u00a0<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Este ano\u00a0apenas gostei de\u00a0sensoriar<sup>1<\/sup>\u00a0as celebra\u00e7\u00f5es do Cazaquist\u00e3o,\u00a0com a\u00a0partida para a Lua de mais 7\u00a0humanos\u00a0e 3 robots-exploradores, num projeto que tem tido o apoio de 2\u00a0astrobi\u00f3logos\u00a0portugueses que desenvolveram um sistema de monitoriza\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os vitais e produ\u00e7\u00e3o de medicamentos nas instala\u00e7\u00f5es lunares, para\u00a0poder\u00a0debelar algumas doen\u00e7as que surjam durante a estadia na lua, A partida\u00a0decorreu de forma natural, naquela que \u00e9 a 56 viagem para o espa\u00e7o, 21 a partir do Cazaquist\u00e3o, pa\u00eds que mantem\u00a0uma das\u00a0licen\u00e7as\u00a0de lan\u00e7amentos at\u00e9 2045, num total de\u00a04\u00a0pa\u00edses.\u00a0Cada viagem e perman\u00eancia na Lua por 6 meses custa\u00a01 milh\u00e3o de euros \u00e9 financiada em grande parte por muitos milion\u00e1rios que h\u00e1 anos sonham experimentar viver fora do planeta terra.\u00a0<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>As celebra\u00e7\u00f5es no\u00a0Lenist\u00e3o\u00a0foram uma novidade porque, pela primeira vez, desde a cria\u00e7\u00e3o deste territ\u00f3rio, foram convidadas pessoas de outra zonas do planeta para as festividades da passagem de ano e parte dessa festa foi mostrada ao mundo. Os convidados foram selecionados com base em crit\u00e9rios definidos e votados por toda a popula\u00e7\u00e3o e com a obriga\u00e7\u00e3o de permanecerem no territ\u00f3rio durante uma semana, por forma a desenvolverem projetos nas \u00e1reas aeroespaciais, da energia e alimenta\u00e7\u00e3o. Este territ\u00f3rio est\u00e1 e vive isolado do mundo mais desenvolvido por raz\u00f5es estrat\u00e9gicas, de seguran\u00e7a e todas as altera\u00e7\u00f5es feitas\u00a0nos sistemas\u00a0de gest\u00e3o das infraestruturas s\u00e3o monitorizadas por alguns dos melhores peritos mundiais.\u00a0\u00a0<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>O\u00a0Lenist\u00e3o\u00a0\u00e9 um territ\u00f3rio aut\u00f3nomo, de 6 mil km2, situado entre a fronteira da Som\u00e1lia e da Eti\u00f3pia, cedido, por um n\u00famero secreto de dinheiro, pela Som\u00e1lia ao milion\u00e1rio Thomas More em 2029, com constitui\u00e7\u00e3o e leis pr\u00f3prias e que tem como hino e principal fonte de inspira\u00e7\u00e3o a can\u00e7\u00e3o de John Lennon \u201cimagine\u201d, lancada em 1971. O acordo com esses pa\u00edses ser\u00e1 mantido enquanto n\u00e3o existir viol\u00eancia entre os seus habitantes e para alem da morte de Thomas More, que este ano completa 93 anos. Em dezembro de 2030, 356233 pessoas tinham direito de resid\u00eancia no\u00a0Lenist\u00e3o. Desde ent\u00e3o, esse t\u00edtulo foi conferido a mais 10343 pessoas e cada uma pagou cerca de 2 milh\u00f5es de euros para poder viver neste territ\u00f3rio e a licen\u00e7a pode ser herdada ou vendida a terceiros, embora s\u00f3 se possam aceitar pessoas saud\u00e1veis, com reputa\u00e7\u00e3o aferida pelos sistemas de seguran\u00e7a criados. Do pouco que se sabe sobre este territ\u00f3rio, at\u00e9 hoje n\u00e3o aconteceu qualquer homic\u00eddio, a esperan\u00e7a m\u00e9dia de vida ultrapassa os 110 anos, 40% da popula\u00e7\u00e3o tem menos de 20 anos, a m\u00e9dia de filhos por mulher \u00e9 2,4% e apenas 13 pessoas foram expulsas do territ\u00f3rio, por n\u00e3o terem permitido ou respondido a todas informa\u00e7\u00f5es solicitadas no \u00e2mbito das leis de fiscaliza\u00e7\u00e3o das atividades pessoais exercidas fora do territ\u00f3rio. Est\u00e3o pendentes 453 processos de atribui\u00e7\u00e3o de licen\u00e7a de resid\u00eancia.\u00a0<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Por c\u00e1, na Pra\u00e7a do Com\u00e9rcio em Lisboa a festa\u00a0foi, \u00e0 semelhan\u00e7a de outros anos, uma mistura de humanos, robots,\u00a0lumodrones<sup>2<\/sup>\u00a0e 3D personas, com m\u00fasica cerebral<sup>3<\/sup>\u00a0e proje\u00e7\u00f5es com a hist\u00f3ria da cidade e do\u00a0pa\u00eds. A pra\u00e7a estava\u00a0quase\u00a0cheia\u00a0com\u00a031423 pessoas\u00a0e os efeitos da coreografia de humanos foi\u00a0excelente. Apesar do frio,\u00a04\u00ba C,\u00a0as pessoas mantiveram-se\u00a0cheias\u00a0de energia e\u00a0a\u00a0anima\u00e7\u00e3o\u00a0durou\u00a0at\u00e9 perto das 4h,\u00a0limite hor\u00e1rio\u00a0estipulado\u00a0para\u00a0todas as festas no nosso pa\u00eds, inclusivamente neste dia t\u00e3o especial.\u00a0<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Uma pra\u00e7a reconstru\u00edda h\u00e1 quase 300 anos e que continua a ser o centro pol\u00edtico e c\u00edvico do pa\u00eds, mesmo depois das novas fun\u00e7\u00f5es que foram criadas h\u00e1 7 anos. Outrora um espa\u00e7o era a casa do poder pol\u00edtico centralista tornou-se, atrav\u00e9s de referendo nacional, num espa\u00e7o de poder mais democr\u00e1tico e transparente. Hoje \u00e9 poss\u00edvel, a cidad\u00e3os e grupos de cidad\u00e3os ou comunidades apresentar presencialmente, discutir e decidir formalmente sobre os regulamentos, projetos-lei e os seus algoritmos, sejam nacionais ou da Federa\u00e7\u00e3o Europeia. H\u00e1 muito que todo este processo podia ser feito a partir de casa, mas foi decidido, e bem, que seria necess\u00e1ria a presen\u00e7a de quem foi eleito ou de quem prop\u00f4s altera\u00e7\u00f5es sobre as leis ou algoritmos. Foi a forma encontrada para manter algum caracter humano na discuss\u00e3o e na tomada de decis\u00e3o que se baseia, na grande maioria dos casos, em informa\u00e7\u00e3o e conhecimento, produzida a partir de dados recolhidos por muitos sistemas p\u00fablicos nacionais e europeus. De igual modo, desta forma pretende-se reduzir ao m\u00e1ximo a possibilidade de que sejam tomadas decis\u00f5es baseadas no\u00a0achismo, que foi a norma durante d\u00e9cadas. Em muitos casos, era normal que tal acontecesse uma vez que era muito dif\u00edcil ter dados fi\u00e1veis ou, existindo dados, n\u00e3o era f\u00e1cil compil\u00e1-los com os meios e recursos existentes. Na altura dizia-se que os dados eram o novo\u00a0petroleo: &#8220;A diferen\u00e7a \u00e9 que o petr\u00f3leo vai acabar um dia. Os dados, n\u00e3o&#8221;. A meio da d\u00e9cada 10 deste s\u00e9culo dizia-se que \u201cnos \u00faltimos dois anos foram produzidos mais dados que em toda a hist\u00f3ria da humanidade\u201d. No in\u00edcio dos anos 20 quando os sistemas come\u00e7aram a ser mais fi\u00e1veis, pouco a pouco, foram os cidad\u00e3os que come\u00e7aram a exigir que toda a atividade pol\u00edtica fosse controlada, participada e mensurada na conce\u00e7\u00e3o, discuss\u00e3o e execu\u00e7\u00e3o. J\u00e1 ningu\u00e9m se lembra, mas dos primeiros sistemas que foram algo de an\u00e1lise mais profunda foi o ranking das escolas. Na altura, os pais e autarquias come\u00e7aram a exigir ter uma voz ativa na defini\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rios de avalia\u00e7\u00e3o e na atribui\u00e7\u00e3o de fundos e apoio para as escolas, para que pudessem escolher as escolas de acordo com o projeto, ideia e at\u00e9 sonhos que cada uma tinha. N\u00e3o foi um processo nem discuss\u00e3o p\u00fablica f\u00e1cil porque em muitos casos as piores escolas, ou que ficavam mais mal classificadas, ficavam a falar sozinhas. Pouco tempo depois perceberam que o sistema ajudava a mostrar que eram as piores por raz\u00f5es que n\u00e3o tinha nada a ver com os professores, nem o esfor\u00e7o e dedica\u00e7\u00e3o que tinham e gra\u00e7as a isso foi poss\u00edvel inverter a sua posi\u00e7\u00e3o. Na altura, o Minist\u00e9rio da Educa\u00e7\u00e3o come\u00e7ou a trabalhar em algoritmos que dessem resposta aos principais problemas e d\u00favidas, com total transpar\u00eancia e da forma mais democr\u00e1tica poss\u00edvel, uma vez que se permitiu a v\u00e1rios participantes darem a sua opini\u00e3o e coube ao parlamento votar o algoritmo que definia as verbas a atribuir, naquele que foi o primeiro algoritmo-lei a ser votado pelo parlamento portugu\u00eas e o quarto na Federa\u00e7\u00e3o Europeia.\u00a0<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>H\u00e1 cerca de 5 anos foi\u00a0constru\u00eddo\u00a0um\u00a0muro de\u00a01\u00a0metro\u00a0de altura\u00a0ao longo da zona ribeirinha da cidade, para minimizar as mar\u00e9s vivas e a subida das \u00e1guas\u00a0vindas do Oceano, j\u00e1 que do Tejo o caudal \u00e9 h\u00e1 muito fraco. Destoam a paisagem, mas os jardins e os p\u00e1ssaros d\u00e3o um ar colorido \u00e0 pra\u00e7a como nunca teve. Apesar de j\u00e1 n\u00e3o haver esta\u00e7\u00f5es do ano como em tempos idos, as cores das plantas e \u00e1rvores v\u00e3o mudando ao longo do ano, no que mais de natural e belo existe e ainda resiste.\u00a0\u00a0<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>As zonas costeiras no norte de Portugal n\u00e3o tiveram a mesma sorte. Foram abandonadas face as constantes invas\u00f5es do mar\u00a0e por essa raz\u00e3o tornou-se insustent\u00e1vel manter\u00a0algumas dessas zonas. A proposta do Parlamento teve uma vota\u00e7\u00e3o nacional quase in\u00e2nime. Apoie-se a mudan\u00e7a e deixe-se de pagar para manter praias, casas e estruturas sistematicamente destru\u00eddas pelo mar. Praias conhecidas\u00a0e que eram uma refer\u00eancia\u00a0s\u00e3o apenas mem\u00f3rias, situa\u00e7\u00e3o que se come\u00e7ou a falar\u00a0e\u00a0come\u00e7ou a ser\u00a0motivo de preocupa\u00e7\u00e3o\u00a0nos anos 20 face \u00e0s previs\u00f5es\u00a0que j\u00e1 existiam\u00a0sobre a subida das \u00e1guas.\u00a0<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>Uma caminhada matinal por Arruda mostra a vila quase vazia, mas a culpa deve ser do nevoeiro e do frio que tem sido uma constante nos \u00faltimos dias.\u00a0O\u00a0digitego\u00a0diz que est\u00e3o 3 graus e, apesar de todo o conforto do vestu\u00e1rio e do cal\u00e7ado, o frio ainda continua a condicionar psicologicamente muitas\u00a0pessoas. Alguns ve\u00edculos aut\u00f3nomos circulam\u00a0na variante\u00a0com\u00a0foli\u00f5es\u00a0adormecidos\u00a0da passagem de ano, vindos sabe-se l\u00e1 de onde.\u00a0<\/p>\r\n\r\n\r\n\r\n<p>\u00c9 sempre um prazer caminhar pelo Parque das Rotas em qualquer altura do ano. Apesar do frio, ouvem-se p\u00e1ssaros a cantar, como se no seu calend\u00e1rio tamb\u00e9m tenha havido mudan\u00e7a de ano. As \u00e1rvores t\u00eam 20 anos de vida e est\u00e3o despidas pela \u00e9poca do ano, encolhidas por causa do frio e pela cr\u00f3nica falta de \u00e1gua. Os carvalhos, castanheiros e freixos plantados de ambos os lados do frio fazem as\u00a0del\u00edcias\u00a0de todos os p\u00e1ssaros na primavera\u00a0<\/p>\r\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u00a0\u201cFeliz ano novo\u201d, \u201cAno novo, vida nova\u201d, s\u00e3o as frases mais ouvidas ou lidas a cada in\u00edcio de ano, em todas as l\u00ednguas oficiais existentes, sejam faladas ou gestuais e nas que, n\u00e3o sendo oficiais, resistem com um n\u00famero de falantes residual. 203 pa\u00edses celebram a mudan\u00e7a de ano com feriado, sendo por isso o [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":194,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-5","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-arruda-2040"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.6 - 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